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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Preocupação


Todas as vezes que você se preocupa a respeito de alguma coisa, você dá vida, energia e influência sobre o seu mundo.
Quanto mais você se preocupa com aquilo que você não quer, mais o indesejado se aproxima de você.
Apenas imagine o que aconteceria se cada pensamento de preocupação fosse substituído com uma positiva e criativa ação.
Em vez de dar poder aos seus piores temores, você estaria dando vida às suas melhores possibilidades. Obviamente que existem muitas razões pelas quais você poderia justificar as suas preocupações.
Porém, não há nada a ganhar por gastar tempo e preciosa energia com preocupações.
Você pode decidir redirecionar a negativa intensidade de energias negativas para positivas e produtivas ações. Em vez de se preocupar com aquilo que você não quer, invista tempo e energia em criar aquilo que você deseja.
Apesar de haver muitas coisas pelas quais você venha se preocupar, o fato é que existem também muitas coisas que você pode também realizar.
Onde você vai colocar a energia dos seus pensamentos e suas ações é uma decisão que só cabe a você tomar.

Postado por Francisco Fagner
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 29 de maio de 2012

Grãos de Areia


Somos todos tão iguais e nos vemos tão diferentes!
E quando nossos sentimentos se cruzam com o que lemos ficamos surpresos…
Não somos os únicos a sentir dor; não somos os únicos a sentir medo, insegurança… não somos os únicos a temer o desconhecido, a sentir decepção, a chorar de tristeza, a ficar na dúvida, a não saber que decisão tomar e recear ter feito a escolha errada…
Sofremos mais porque nos vemos sós.
Porque temos dificuldade em imaginar que outras pessoas passem por caminhos parecidos com os nossos.
Porque nos fechamos no nosso quarto e em nós… nos sentimos tão miúdos que dificilmente imaginamos que fora da nossa janela outros seres sentem-se pequenininhos também, cada qual sozinho na sua dor e solidão.
A auto-piedade que nos devasta, assola milhares de eus espalhados por aí.
Vistos do alto, somos apenas pequenos pontos, grãos de areia no mar da vida, tremendamente parecidos.
E a chuva, quando rega a terra, não escolhe cabeça; o sol ilumina tudo por igual e a lua pode encantar qualquer um.
Somos todos sim iguais na alma, na pequenez e na grandeza;
Eu choro também, me comovo, morro um pouquinho a cada dia e renasço na minha fé. Desanimo de vez em quando e ergo a cabeça logo depois; espero impaciente o nascer do dia e faço planos pro dia seguinte.
Me faço mil perguntas para as quais não encontro respostas.
Somos assim, tão iguais eu e você e tantos outros!…
A prova disso é que você se identifica com o que digo.
Se a emoção que aperta meu peito, aperta o peito de quem me lê, é porque somos feitos do mesmo barro.
E se posso ver e crer na vitória e ultrapassar meus limites é porque todo mundo, cada um pode.
Podemos conjugar todos os verbos em todos os tempos!
É verdade que o sol não nasce e não se põe pra nós no mesmo momento, mas isso não muda em nada a verdade de que somos assim maravilhosos e importantes grãozinhos de areia aos olhos de Deus.

Postado por Francisco Fagner
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A PRINCÍPIO ou A FELICIDADE REALISTA


De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis.
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda  mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par e não como pares?
Ter um parceiro constante, não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo a expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com parceiros, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o
que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.

MARTHA MEDEIROS
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 25 de maio de 2012

História Baseada em Fatos Reais


Pedro, era um menino de 15 anos que tinha como hobbie a internet.
Ele ficava diariamente, quase 24 horas na rede, em twitter, orkut, msn tentando ser popular e ganhar reconhecimento virtual. Tornou-se um vício, claro.
E logo ele foi perdendo alguns valores importantes...
Abria mão de seus amigos reais pra ficar navegando na internet, atrás de pessoas que nem sequer conhecia.
Pedro tinha um irmão de 9 anos, o Hugo. Hugo era muito apegado a ele, simplesmente era apaixonado pelo irmão e fazia de tudo pra ter atenção...
Só que Pedro banalizava a que sentimento, tudo que o irmão fazia, ele achava comum, como o simples balançar dos galhos de uma árvore, ou a buzina de um carro, num dia de engarrafamento...
Até que um dia, Pedro viu sua vida desmoronar. Seu irmão ficara inferno em um hospital, com diversos problemas de saúde, e não tinha seu irmão presente. Sempre queixava-se à sua mãe: "Mãe, será que o Pedro não gosta de mim? Ele nem vem me visitar, só fica no computador!".
Demorou, mas com a gravidade e o passar do tempo, a ficha de Pedro caiu. Viu que aquilo que ele construiu virtualmente não era a vida dele...
Ele estava deixando de lado valores importantes, como a assistência à sua família, o amor e o afeto do seu irmãozinho, então logo veio a culpa, o arrependimento, e a sensação de inferioridade.
Hoje? Pedro luta pra se desfazer de toda essas coisas fúteis, tais quais perdeu tempo, e tenta recuperar o amor do seu irmão, que precisa dele mais do que nunca...E claro, sofre de depressão.
Sua vida nunca mais será a mesma, sabendo que seu irmão caçula está perdendo grande parte da sua infância...
Ao contrário de qualquer outra criança sadia, que pula e corre. Hugo está condenado a viver numa cama de hospital, onde permanece até em feriados e datas comemorativas, exceto o Natal, que sua família dá um jeito de viajar. Mas é uma família cheia de privações, para dar o máximo de suporte ao pequeno...
E você? Qual episódio terá de viver, para aprender que tudo isso é momentâneo e fútil? Enquanto estamos vivenciando, é ótimo e viciante. Não queremos nunca sair dali, queremos conhecer pessoas, desbravar novos mundos e ser reconhecido a todo custo.
E quantas dessas pessoas reconhece o seu valor? Quantas delas vai estar presente no momento em que você desmoronar, pra te oferecer assistência? A verdade é que a maioria, a grande maioria só está disponível para você, enquanto estiveres no topo... E vai ser nessa hora que o arrependimento irá bater na sua porta, e irá perceber quais são seus verdadeiros amigos, e também irá descobrir o poder da influência que sua família exerce sobre você.
Vamos valorizar nossos irmãos, nossa família. Temos que dar prioridade a valorização familiar.

Fev 5, 2010 por Michaeldsr
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Paradoxo do Nosso Tempo


Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos...
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

(Geoger Carlin)
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 22 de maio de 2012

Lembrei de Você


Algumas pessoas neste mundo te amam tanto que poderiam morrer por você.
Outras te amam, de alguma forma. 
A única razão que faria alguém te odiar seria a vontade de ser como você.
Um sorriso seu pode trazer felicidade a alguém, até mesmo se essa pessoa não gosta de você.
Todas as noites, alguém pensa em você antes de dormir. 
Você é o mundo de alguém. 
Sem você, alguém pode não conseguir sobreviver. 
Você é especial e único(a), de alguma forma.
Alguém, cuja existência você desconhece, te ama.
Mesmo quando você faz a maior burrice de sua vida, algo bom acontece. Quando pensa que o mundo virou as costas para você, pense bem. 
Você pode ter virado as costas ao mundo.
Quando acha que não tem a menor chance de conseguir algo, provavelmente não conseguirá.
Mas, se acreditar em si mesmo(a), cedo ou tarde conseguirá. 
Lembre-se dos elogios feitos a você, nunca das palavras rudes. 
Diga às pessoas o que você pensa sobre elas. 
Você se sentirá muito melhor. 
Se tem um grande amigo, faça com que ele saiba disso.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O guardião do Castelo


Os problemas e dificuldades que surgem em nossas vidas estão ai por uma única razão...

Certo dia em um mosteiro , com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:
- Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar.
Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:
- Aqui está o problema!
Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria?! O que fazer?! Qual o enigma?! Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e???
ZAPT!! Destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
- Você será o novo Guardião do Castelo.

MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou.
Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido. Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida.

A única razão desses problemas é para que possamos resolvê-los assim destruindo-os para que com isso possamos retirar algum aprendizado!

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Uma História Para Refletir


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal.
Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'A pessoa respondeu:
- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História:

Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado' Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic. Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencívivel.
Postado por COMANDO JOVEM
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O Amor Que Acabou


Quando foi que o amor acabou e o príncipe virou sapo e a princesa desencantou? Provavelmente depois de tantos beijos não dados, de tantos momentos deixados pro lado, de tanto monólogo de ambas as partes.

Em geral o amor assiste à própria morte e resta silencioso. Ou ele grita por socorro e as pessoas se fazem de surdas. O mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou.

Há pessoas que insistem simplesmente porque não querem admitir o fim. E caminham vagarosamente na vida, vivendo o dia-a-dia como se não houvesse o depois. Mas a vida não acaba quando morre um amor. Ela simplesmente passa por uma transição que, como todas, é freqüentemente dolorida. Tememos as mudanças porque tememos o desconhecido. Mas o que é o desconhecido?

Mesmo o dia de amanhã, não podemos tocá-lo até que ele chegue a nós, não podemos sabê-lo até que chegue o momento em que, mergulhados, precisamos vivê-lo. Aceitar a morte, qualquer que seja, é reconhecer nossa vulnerabilidade diante da vida. E somos seres orgulhosos por demais para querer reconhecer nossa fragilidade ante o que não podemos controlar. E a vida não se controla.

Ela se abate sobre nossas cabeças e tudo o que podemos fazer é vivê-la o mais intensamente possível com todos os riscos e perigos que ela nos impõe, com todas as surpresas, que ela nos reserva. Precisamos é tirar o melhor partido do que está nas nossas mãos e reconhecer que pra todo fim há sempre um recomeço. Uma perda é quase sempre um ganho, é muitas vezes a válvula propulsora para uma nova vida, uma nova história, um novo amanhã.


Letícia Thompson
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 15 de maio de 2012

A voz da Alma...


Todos nos buscamos a felicidade...
E nessa busca percorremos caminhos que nem sempre nos levam a ela...
Muitas vezes nos afastam cada vez mais do ponto onde a felicidade se encontra...
Aprendemos a querer coisas que na verdade não queremos...
Numa total incoerência com a nossa natureza...
Desde criança somos levados a acreditar que a felicidade será encontrada em coisas fora de nós...
E nos são dadas ao longo dos tempos muitas possíveis fórmulas prontas...
E muitos caminhos que apontam para a tão buscada felicidade...
E acabamos acreditando que fora daqueles padrões e daqueles conceitos não existe a menor chance de ser feliz...
E vamos por aí...
Conquistando coisas...
Cargos...
Status...
Stress...
Menos a felicidade...
Dá um sentimento de vazio quando constatamos que não era bem aquilo que esperávamos...
Uma sensação de ter vencido a corrida e não ter levado o prêmio...
Mas... A voz do ego nos chama de muitas formas...
Cada vez mais atrativas e mais convincentes e de novo embarcamos nessa busca...
Que não tem conexão com a nossa vontade mais profunda...
E podemos ficar perdidos no meio de tantos chamados do ego...
Tentando chegar aos muitos finais onde existem as promessas que nunca se cumprem e que cada vez mais nos afastam da felicidade...
Ou podemos escolher escutar uma outra voz...
Uma voz que nos fala suavemente nos convidando a descobrir nosso próprio caminho...
Sem receitas prontas e aonde cada um vai escrevendo a sua própria história...
É a voz da Alma...
Para seguir esse chamado da alma é preciso coragem... Desapego...
Além de muita Fé.
Coragem porque em alguns pontos precisamos abrir a nossa própria estrada...
Passar por onde ninguém passou...
Buscando nos mergulhos profundos as pistas que indicam a direção do próximo passo...
Desapego dos conceitos...
Das regras e principalmente do ego...
É preciso desaprender muitas das coisas que aprendemos...
E deixar espaço para as coisas novas e que fazem sentido para a nossa história...
E fé para confiar nos caminhos que a Alma nos indica...
Sabendo que aqui não existem os limites da nossa mente racional e que os impossíveis podem se tornar possíveis quando menos esperamos...
Quando nos abrimos para seguir a voz da Alma...
Aos poucos vamos descobrindo que a felicidade não se encontra nos prometidos finais...
Mas em cada passo em que estamos conectados com o nosso propósito Divino...
Vamos percebendo que a felicidade é um atributo de cada um de nós que aparece na medida em que vamos nos conhecendo melhor e nos aproximando de quem realmente somos...
A felicidade se aproxima da gente na medida em que nos aproximamos de nós mesmos...
E chega um tempo onde não conseguimos mais fugir do chamado que vem da Alma...
Porque essa voz vai se fazendo tão presente e tão natural que entendemos que é a única voz que nos indica o caminho de volta pra casa...
Escute a voz da sua alma e siga esses caminhos...
Assim você vai perceber que muito além do conhecido existem muitas possibilidades...
Até a de Ser feliz...


Escrito por Maíza F. Leite
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Maior Lição Da Vida É A De Que, Às Vezes, Até Os Tolos Têm Razão.


Que eu continue com vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos,
uma lição difícil de ser aprendida.
Que eu permaneça com vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles vão indo embora de nossas vidas.
Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar essa ajuda.
Que eu mantenha meu equilíbrio, mesmo sabendo que muitas coisas que vejo no mundo
escurecem meus olhos.
Que eu realimente a minha garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes
tão fortes quanto o sucesso e a alegria.
Que eu atenda sempre mais à minha intuição, que sinaliza o que de mais autêntico eu possuo.
Que eu pratique mais o sentimento de justiça, mesmo em meio à turbulência dos interesses.
Que eu manifeste amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exige muito para manter sua harmonia.
E, acima de tudo...
Que eu lembre sempre que todos nós fazemos parte dessa maravilhosa teia chamada vida,
criada por alguém bem superior a todos nós!
E que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns e, sim, nas pequenas parcelas cotidianas de todos nós!

Chico Xavier
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Simplesmente, Mãe


Mãe carinhosa, mãe dengosa 
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração 
Mãe solidão, Mãe de muitos, mãe de poucos 
Mãe de todos nós, Mãe das mães Mãe dos filhos Mãe-pai: duas vezes mãe Mãe lutadora e companheira 
Mãe educadora, mãe mestra Mãe analfabeta, sábia mãe Mãe dos simples e dos pobres 
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm 
Mãe do silêncio, mãe comunicação 
Mãe dos doentes e dos sãos 
Mães dos que plantam e dos que colhem 
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito 
Mãe de quem magoou e de quem perdoou 
Mãe rica, mãe pobre 
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram 
Mãe dos guerreiros e dos guerreados 
Mãe que sorri, mãe que chora 
Mãe que abraça e afaga 
Mãe presente, mãe ausente 
Mãe do sagrado, mãe da luz 
Mãe de Jesus e mãe nossa. 
Mãe, simplesmente mãe.

Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um Minuto


Um minuto serve para você sorrir: Sorrir para o outro, para você e para a vida. 
Um minuto serve para você ver o caminho, olhar a flor, sentir o cheiro da flor, sentir a grama molhada, 
notar a transparência da água. 
Basta um minuto para você avaliar a imensidão do infinito, mesmo sem poder entendê-lo. 
Em um minuto apenas você ouve o som dos pássaros que não voltam mais. 
Um minuto serve para você ouvir o silêncio ou começar uma canção. 
É num minuto que você dará o sim que modificará sua vida... E basta. 
Basta um minuto para você apertar a mão de alguém e conquistar um novo amigo. 
Em um minuto você pode sentir a responsabilidade pesar em seus ombros: a tristeza da derrota, a amargura da incerteza, o gelo da solidão, a ansiedade da espera, a marca da decepção e a alegria da vitória... 


Quanta vitória se decide num simples momento, num simples minuto! 
Num minuto você pode amar, buscar, compartilhar, perdoar, esperar, crer, vencer e ser... 

Num simples minuto você pode salvar a sua vida... 

Num pequeno minuto você pode incentivar alguém ou desanimá-lo! Basta um minuto para você recomeçar a 
reconstrução de um lar ou de uma vida. 
Basta um minuto de atenção para você fazer feliz um filho, um aluno, um professor, um semelhante... 


Basta um minuto para você entender que a eternidade é feita de minutos. 

Autor desconhecido

Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sou Uma Pessoa Comum


Fui criada com princípios morais comuns. 
Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os "lanterninhas" dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo. 
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. 
Quanto mais próximos, ou mais velhos, mais afeto. 
Inimaginável responder deseducadamente a policiais, mestres, aos mais idosos e autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade. 
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror. 
Ouvindo hoje o Jornal da noite, deu-me uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo o que meu filho precisa temer. 
Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os  país, os avós, violentar crianças, 
seqüestrar jovens, roubar, enganar passar a perna, tudo virou  banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial. 
Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. 
Policiais em blitz são abuso de autoridade. 
Regalias em presídios são matéria votada em reuniões. 
Direitos humanos para criminosos. Deveres ilimitados para cidadãos honestos. 
Não levar vantagem é ser otário, Pagar dívidas em dia é bancar o bobo. Anistia para os 
caloteiros de plantão Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de  anjo, pedófilos de 
cabelos brancos 
O que aconteceu conosco? 
Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas portas e janelas. Crianças morrendo de fome, gente com fome de morte. 
Que valores são esses?
Carros que valem mais que um  abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano. 
Celulares nas mochilas dos que recém largaram as fraldas, tv, dvd, telefone, vídeo game, o que vai  querer em troca desse abraço, meu filho? 
Mais vale um telão do que um papo. 
Mais vale um baseado do que um sorvete,mais vale dois vinténs do que um gosto. 
Que lares são esses? 
Bom dia, boa noite, até mais. Jovens ausentes, pais ausentes, droga presente e o presente uma droga.  O que é aquilo? Uma árvore, uma galinha, uma estrela? 
Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo? 
Quando foi que senti amor pela última vez? 
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho? Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo? 
Quando foi que fechei a Janela do meu carro? Quando foi que me fechei? 
Quero de volta a minha dignidade, a minha paz e o lugar onde o bem e o mal são contrários, onde o mocinho luta com o bandido,e o único medo é de quem infringe, de quem rouba e mata. Quero de volta a lei e a ordem. 
Quero liberdade com segurança. 
Quero tirar as grades da minha Janela para tocar as flores. 
Quero sentar na calçada, com  minha porta aberta nas noites de verão. 
Quero a honestidade como motivo de orgulho. 
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e olho no no olho. 
Quero a vergonha, a solidariedade e a certeza do futuro. 
Quero a esperança, a alegria. 
Eu quero ser gente e não peça de um jogo manipulado por TV a cabo. 
Quero a notícia boa, a descoberta da vacina, a plantação do arroz. 
Eu quero ver os colonos na terra, as crianças no colégio, os jovens divertindo-se, os velhinhos contando histórias. 
Eu quero um emprego decente, um salário condizente, uma oportunidade a mais. 
Uma casa para todos, comida na mesa, saúde a mil. 
Quero livros , cachorros , sapatos e água limpa. 
Não quero listas de animais em extinção, Não quero clone de gente, quero copia das letras de músicas, 
eu quero voltar a ser feliz. 
Quero dizer basta a esta inversão de valores e ideais. 
Quero mandar calar a boca de quem diz
"a nível de", 
"neste país" 
"enquanto pessoa" 
"eles tem que". 
"é preciso que". 
Quero xingar quem joga lixo na rua, quem fura a fila, quem rouba um lápis quem ultrapassa a faixa, quem não usa cinto quem não paga as suas contas, quem não dignifica o meu voto. 
Quero rir de quem acha que precisa de silicone, lipoaspiração, implante ,dieta, cirurgia plástica, carro 
zero e quem sabe até um importado, laptop, bolsa XYZ, calça ZXY para se sentir inserido no contexto ou ser "normal." 
Abaixo a ditadura do "tem que", as receitas de bolo para viver melhor as técnicas para pensar, falar, sentir. 
Abaixo o especialista, o sabe-tudo rodeado de microfones e câmeras.Abaixo o TER, e viva o SER!
E Viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, 
leve como a brisa da manhã e, definitivamente comum como Eu...

Sara Maria Binatti dos Anjos
Enviado por Edmilson Narchi
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Nó do Afeto


Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.
Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá?lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.
E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.
Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.

Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.


E você... já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ser ou Ter?


Nossa correria diária não nos deixa parar para perceber se o que temos já não é o suficiente para nossa vida. 
Nos preocupamos muito em TER: ter isso, ter aquilo, comprar isso, comprar aquilo. 
Os anos vão passando, quando nos damos conta, esquecemos do mais importante que é VIVER e SER FELIZ! 
Muitas vezes para ser Feliz não é preciso Ter, o mais importante na vida é SER. 
As pessoas precisam parar de correr atrás do Ter e começar a correr atrás do SER:
Ser Amigo, Ser Amado, Ser Gente. 
Tenho certeza de que, quando SOMOS, ficamos muito mais Felizes do que quando Temos. 
O SER leva uma vida para se conseguir e o Ter muitas vezes conseguimos logo. 
O SER não se acaba nem se perde com o tempo, mas o Ter pode terminar logo.
O SER é eterno, o Ter é passageiro.
Mesmo que dure por muito tempo, pode não trazer a Felicidade... E é aí que vem o vazio na vida das pessoas... 
Por isso, tente sempre SER e não Ter.
Assim você sentirá uma Felicidade  sem preço!  Espero que você deixe de cobrar o que fez e o que não fez nos últimos anos e que você tente o mais importante: 
SER FELIZ

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina