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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Enfrentando As Dificuldades

Um grande e renomado chefe de cozinha estava trabalhando quando seu filho chegou falando sobre os problemas da vida e as dificuldades para enfrentá-los.
O pai, em meio ás suas panelas, aproveitou o momento e olhando para o filho disse:
- Filho, observe estas três panelas. Cada uma delas possui um alimento diferente. Na primeira, temos cenouras, na segunda, ovos e na terceira, pó de café. Vou colocar água nas três para ferver.
Depois de alguns minutos, perguntou ao filho o que havia acontecido com os alimentos. Observando as três panelas, o filho respondeu:
- Percebo que os alimentos foram cozidos.
A cenoura amoleceu, o ovo endureceu e o café transformou a água.
E o pai calmamente disse:
- Sim, meu filho, as dificuldades da vida são como esta água quente que nos atinge, queima e faz-nos sofrer e a nossa reação pode ser como a cenoura, quando nos deixamos amolecer pelos problemas. Como o ovo quando nos tornamos duros diantes do sofrimento. E como o pó de café quando nos deixamos transformar pelas dificuldades.
As dificuldades existem no dia-a-dia e não podemos desanimar nem nos deixar vencer pelos problemas do cotidiano. Jamais fique abatido e enfrente-as com serenidade e naturalidade, pois, para quase tudo na vida, há solução.

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Vencedor

Quem acha que perder é ser menor na vida...
Quem sempre quer vitória e perde a glória de chorar...
Eu... Que já não quero mais... Ser um vencedor.
Levo a vida devagar... Pra não faltar amor.
A letra da música popular é de extrema beleza e profundidade.
No mundo da vitória a qualquer custo, dos vencedores de berço e coisa e tal, é necessário pensar um pouco sobre tudo isso.
Todos queremos vencer, é certo. A natureza nos impulsiona para as vitórias sempre, para o crescimento contínuo e inevitável.
Porém, no entendimento humano da palavra vencer, e em quem julgamos serem vencedores é que está a questão fundamental.
Adianta vencer profissionalmente, ter sucesso e fama, se nos falta amor?
Adianta ser considerado um vencedor do esporte, na carreira, na arte, se, como pais, cônjuges, filhos, irmãos, somos verdadeiros derrotados?
Vale a pena vencer a qualquer custo? Esse não seria um comportamento deveras imediatista, sem considerar a vida como um todo.
Será que vencedores são apenas aqueles que conseguem - neste país de tantas dificuldades - concluir um ensino superior?
Será esse nosso único critério de vitória? A formação intelectual, as conquistas profissionais e as riquezas acumuladas?
Seria certamente uma vitória muito pobre...
Criar um vencedor no lar, na pessoa de um filho, não é apenas lhe dar as oportunidades da formação intelectual.
Criar um vencedor é criar um homem de bem, que saiba valorizar o amor e os relacionamentos saudáveis acima de tudo.
Criar um vencedor é ensiná-lo a perder, e lidar com as derrotas da vida, procurando extrair delas sempre lição preciosa de engrandecimento moral.
Aparentes derrotas são preparações fundamentais para que as grandes vitórias sejam possíveis.
Por isso, levar uma vida devagar, pode significar dar mais atenção à família, pode significar dar-se mais aos outros.
Na vida de quem não falta amor, há sempre muitas, e inesquecíveis vitórias.
Venci... O mundo, a mim mesmo... A minha falta de visão clara sobre as coisas.
Venci a vontade de querer mais... Troquei pela vontade se "ser" mais.
Venci a inércia, a vontade de não ter vontade, e me arremessei ao mundo, de braços abertos, sem esperar nada das pessoas e nem de mim.
Não sou vencedor aos olhos do mundo. Minha vitória é secreta, quieta, segura... É minha.
Amo mais a cada dia, e cada dia me ama mais.
Vivo um amor plenamente correspondido com a vida.
Venci, sim, a mim mesmo. Minha consciência me aplaude, mas ao mesmo tempo me diz: muitas vitórias ainda te aguardam.

*** com base em trecho da música O vencedor, de Marcelo Camelo, e em poema
de autor desconhecido.

Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 26 de julho de 2011

As Três Peneiras

Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe - diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe - sua historia vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quero Ser Um Televisor

A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.
"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV de minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me. E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos. Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor!" Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
"Meu Deus, coitado desse menino. Nossa, que coisa esses pais".
E ela olha:
"Essa redação é do nosso filho".
Antes de sempre clocarmos a culpa em alguem, devemos observar se o mesmo não ocorre conosco...

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Como Fazer Durar Um Amor

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia.
Num certo ponto, a menina perguntou:
- " Como se faz para manter um amor ? "
A mãe olhou para a filha e respondeu:
-" Pega num pouco de areia e fecha a mão com força..."
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
-" Mamãe, mas assim a areia cai !!! "
-" Eu sei, agora abre completamente a mão..."
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- " Assim também não consigo mantê-la na minha mão!"
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
-" Agora pega outra vez num pouco de areia e deixe-a na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade."
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
-" É assim que se faz durar um amor..."

Autor desconhecido
Colaboração: Carlos E. Della Justina

terça-feira, 19 de julho de 2011

Passado...

Quando olho para trás percebo que o passado só serviu para aprendizado. Gostosas lembranças de minha juventude, amargas decepções de pessoas em que depositei confiança. Experiências acumuladas com acertos e erros. Em resumo foi isso.
Nenhuma novidade, né? Acho que contigo não foi muito diferente.
O tempo, senhor do Universo, me mostrou que o passado só faz parte da história que construímos e das experiências que vivenciamos.
Crescemos com ele. Evoluímos.
Aprendemos como não se faz e edificamos um altar de momentos inesquecíveis. Alguns, a bem da verdade, precisamos esquecer. Cultivar mágoa é darmos vida à má água. Uma energia que só nos faz adoecer e entristece, afinal somos 70% líquido.
Hoje posso afirmar que nossa vida é o que construímos não o que lamentamos. Lamentar é sofrer duplamente. O fato e a lembrança.
É muito bom poder afirmar que quando olho para o passado tenho a sensação e a certeza de estar vendo outra pessoa. É impressionante como consigo deixar de lado, colocar distante de mim, as coisas ruins do meu tempo anterior. Quando descobri isso, esta magia de abandonar o ruim, percebi que só me fez bem.
Nós não somos a nossa mente, nem os nossos fatos passados. Nós efetivamente somos o nosso presente.
Nossa mente foi. Hoje ela é o que permitirmos que seja. É obvio que depende de nós admitirmos esta verdade.
Ao aceitarmos isso, conseguimos criar, a cada novo dia, um novo futuro e um presente distante de sentimentos que a nada servem.
É preciso que trabalhemos nossa mente ao nosso favor e não contra. É ela que julga, deprecia, contesta e até aceita. Somos sua vítima.
Como fazer?
Escutá-la, mas nunca permitir que ela decida por nós. Ela está contaminada pelas nossas experiências passadas. Quem diz que o novo será igual?
Quem pode afirmar que os fatos irão se repetir se as variáveis são completamente diferentes. As pessoas podem ser as mesmas, mas já pensam e atuam de forma diferente. Portanto tudo é novo. Ter isso em mente muda a nossa vida.
Quantas vezes você já ouviu?
Tentei isso mas não deu certo...
Saber usar o passado é o começo de toda a mudança que você, eu e nossos amigos desejamos fazer. Aqui inicia todo um processo de Vida Nova.
É fundamental adquirirmos cultura e aprendermos novos ensinamentos e filosofias, mas é mais importante o que fazemos com o que adquirimos de bagagem cerebral.
Dias atrás pedi ao meu mestre para saber mais. Estava sedento de conhecimento. Ele me olhou fundo nos olhos e disse:
Você já sabe muito, é preciso aplicar o conhecimento que recebeu. Não adianta conhecer muito, selecionar as coisas que mais gosta e aplicar. Você só vai aprender quando exercitar o que não gosta. Não se permita contaminar pelos fatos do passado. Domine a sua mente. Perdoe. É errado só rezar e não aplicar a bondade. Não é Deus que muda as coisas. É você.
Tudo soou como uma granada em minha cabeça.
É preciso praticar o que se sabe, pensei na seqüência...
Fácil?
Claro que não. Mas é assim que funciona.
Não devemos ser reféns de nossos pensamentos e de nossas atitudes passadas. Afinal, o minuto que iremos viver agora é novo, depende de nós, exclusivamente de nós, a qualidade que pretendemos dar a ele.

Sei que nos veremos.
Beijo na alma

:: Saul Brandalise Jr. ::

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vencer Ou Perder

Já fazia algum tempo, que eu não assistia a um jogo de futebol ao vivo.
Chegando ao estádio, a agitação da torcida, os gritos e aplausos transmitiam intensas emoções. Sentado na arquibancada, antes de iniciar o jogo, por alguns momentos imaginei a relação existente entre um time de futebol e o ambiente corporativo.
A entrada dos atletas no campo -
Muita comemoração na entrada dos jogadores ao campo, com faixas, papel picado, aplausos, buzina e festa.
Pare durante alguns segundos para refletir, como seus funcionários são recebidos na segunda-feira.
O que você está fazendo para inspirar e motivar um novo integrante da equipe? O que você faz para comemorar o aniversário de um funcionário?
Com base na minha experiência na área comportamental, convido você a fazer um teste que consiste em preparar uma recepção para quem está voltando de férias.
Transforme o retorno ao trabalho em algo gratificante e estimulante. Vamos tentar?
O momento do gol -
Realmente é algo indescritível sentir a torcida no estádio levantar eufórica ao comemorar um gol.
O atleta pula e grita com a torcida, celebrando sua competência.
Um sinal de vitória que na vivência operacional, muitas vezes é esquecida.
Um vendedor conquista uma meta e o gerente diz: "Não fez mais que a obrigação". Mas qual era a obrigação da gerência? Quantas vezes você reuniu a equipe para comemorar uma vitória? Lembre que a ausência de reconhecimento pode ser capaz de gerar desmotivação e a falta de comprometimento.
Ataque e defesa permanente -
Quando sua equipe conquista um triunfo, você também é uma pessoa vitoriosa.
O individualismo cede espaço ao trabalho coletivo.
De que adianta contar com uma equipe de vendas excelentes, se o setor de logística apresenta resultados insatisfatórios?
Em uma escola não adianta dispor de excelentes professores, se na secretaria o aluno recebe um péssimo atendimento.
O ataque é importante para marcar gol, mas deve existir uma defesa permanente para coibir a derrota.
Nenhuma torcida vai ao estádio para assistir o time perder.
Próximo ou distante, há alguém torcendo para você conquistar o melhor posicionamento, receber o passe, dominar a bola e marcar o gol da vitória.
Transformar o suor em troféu não é uma tarefa fácil.
Muitas pessoas pensam que é somente jogar e, esquecem a relevância do treinamento.
Ao término do jogo, os atletas precisam rever seus pontos negativos e aprimorar os pontos positivos. Isso somente é possível com treinamento, diálogo e troca de experiências.
Quando apresento palestra para empresários, gosto de enfatizar que "vencer não é sorte.
Vencer é se comprometer com o sucesso que você quer alcançar".
Qual é o resultado que você deseja para você e sua equipe?...
Dalmir Sant Anna*