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terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Cesto E A Água

Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
- Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
- Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir.
Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.
O mestre perguntou-lhe:
- Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
- Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo.
Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
- Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
- Que cesto furado não segura água.
O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa.
Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias.
Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:
- Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:
- Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que, no processo, a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Sentar À Janela

O jovem advogado, certo dia, deu-se conta de como as pequenas coisas são importantes na vida, e escreveu o seguinte:
Era criança quando, pela primeira vez, entrei em um avião. A ansiedade de voar era enorme. Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o vôo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem. Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as
nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia. Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia. No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal.
O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.
Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido. As poltronas do corredor agora eram exigência. Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.
Por um desses maravilhosos "acasos" do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.
O vôo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona. Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada: a janela. Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.
E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara. Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga. Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu. Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer.
Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.
Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal? Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida.
A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos. Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece. Ademais, pode ser que ao descer do avião da vida já não encontremos ninguém a nossa espera. Pense nisso!
Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e "ganhar tempo", pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar.
A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante. Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe. Afinal, "a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos". Pense nisso, mas pense agora.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Como Se Escreve... ???

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa.ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor ?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: amor, querida, amor se escreve com as letras T...E...M...P...O (TEMPO).
***
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Galhos Secos

"Certo dia, na semana passada, um forte vendaval varreu nossa cidade.
A poeira rodopiava, galhos tremiam e se sacudiam ao vento.
Mais tarde, quando apanhava os pedaços de madeira,
deixados em nossa rua pelo temporal, observei com surpresa, que os galhos que pegava estavam secos e mortos.
Nenhum dos pedaços tinham folhas verdes.
Obviamente os fragmentos caídos não tinham vida e eram inúteis para as árvores.
Então recordei-me das muitas vezes que Deus permitiu que a minha vida fosse sacudida e golpeada pelas circunstâncias... as vezes que fui desafiado e ameaçado pelos ventos da adversidade.
Este pensamento me ocorreu: Será que Deus permitiu que eu fosse agitado e sacudido para lançar fora as coisas inúteis da minha vida?
Seria possível que, o que parecia ser uma grande perda, era realmente o modo de Deus lançar fora de minha vida todo galho seco e imprestável?
Conclusão:
Existem bênçãos de Deus que nos chegam, às vezes, estilhaçando vidraças.
Provavelmente porque de outra maneira eu não conseguiria compreender a dádiva recebida!!!
Essa vida é sua... Encontre a força para escolher o que você quer fazer e faça bem feito.
Encontre a força para amar o que você quer da vida e ame com honestidade.
Encontre a força para andar na floresta e fazer parte da natureza.
Encontre a força para controlar a sua própria vida ninguém pode fazer isso por você. Nada é bom demais para você, você merece o melhor.
Encontre a força para fazer sua vida saudável, excitante, vale a pena ser muito feliz, assim você chegará aos seus sonhos...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Entrevista Com Deus

Sonhei que tinha marcado uma entrevista com Deus.
- Entre, falou Deus. Então você gostaria de me entrevistar ?
- Se você tiver um tempinho, disse eu. Deus sorriu e falou " meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente ?
- O que mais o surpreende na humanidade ? perguntei.
- Deus respondeu: que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí desejam ser crianças outra vez. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí perdem o dinheiro para recuperá-la. Que pensem anciosamente sobre o futuro, esquecem o presente e dessa forma não vivem nem o presente e nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de Deus segurou a minha e por um instante ficamos em total silêncio. Então perguntei:
- Pai, quais são as lições de vida que você quer que seus filhos aprendam ? Com um sorriso Deus respondeu:
- Que aprendam que não podem fazer com que ninguem os ame, o que podem fazer é que se deixem ser amados. Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mais quem se tem na vida. Que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros, todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo base da comparação. Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas aquela que precisa menos. Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las. Que aprendam a perdoar, praticando o perdão. Que aprendam que ha pessoas que as amam muito, mais que simplismente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos. Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade. Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las totalmente diferente. Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguem que sabe tudo sobre você e gosta de você mesmo assim. Que aprendam que não é suficiente que eles sejam perdoados mais que perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permanaci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a Deus pelo seu tempo e por todas as coisas que Ele tem feito por mim e por minha família. Deus respondeu:
Não tem de quê. Estou sempre aqui. Tudo o que você tem a fazer é chamar por Mim e Eu virei. Você pode esquecer o que Eu disse. Você pode esquecer o que Eu fiz, mais jamais você esquecerá como Eu te fiz sentir com essas palavras.
Enviada por: Silvana Kunz

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

As Sete Verdades Do Bambu

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô, corre aqui !
Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com chuva, e este bambu tão fraco continua de pé ?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sòzinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é ôco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é ôco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser ôco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.

Padre Léo
FONTE: ... Livro “Buscando as coisas do Alto”

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Amigos São Estradas

Certos amigos são indispensáveis, simples como aquela estradinha de terra no interior, onde do alto da colina podemos avistá-la inteirinha, sabemos onde podemos ir e onde podemos chegar, são transparentes e confiáveis.
Outros, acabaram de chegar, como estradas que só conhecemos pelo Guia, e vamos nos aventurando sem saber muito bem seus limites, é um caminho desconhecido, mas que sempre vale a pena trilhar.
Tem amigos que lembram aquelas estradas vicinais,
que pouco usamos, pouco vemos, mas sabemos que quando precisarmos, ela estará lá, poderemos passar e cortar caminho, mesmo distante, estão sempre em nossa memória.
Por certo, também existem amigos que infelizmente,
lembram aquelas estradas maravilhosas, com pistas largas e asfalto sempre novo, mas que enganam o motorista, pois são cheias de curvas perigosas, e quando você menos espera... é traído pela confiança excessiva.
E existem amigos que são como aquelas estradas que desapareceram, não existem mais, mas que sempre ligam a nossa emoção até a saudade, saudade de uma paisagem, um pedaço daquela estrada, que deixou marcas profundas em nosso coração.
Foram, mas ficaram impregnados em nossa alma.
E na viagem da vida, que pode ser longa ou curta amigos são mais do que estradas, são placas que indicam a direção, e naqueles momentos em que mais precisamos,
por vezes são o nosso próprio chão. Todos precisam de amigos.
Há momentos na nossa vida que nos sentiremos só, mas quem tem amigos verdadeiros nunca estará só, pois tenha certeza que tem alguém, em algum lugar que gosta de ti, e sempre gostará e estará sempre pronto a te ajudar...
Pois é sempre em tempos de dificuldades, em tempos de precisão, naqueles momentos em que você está se sentindo triste...
São exatamente nesses momentos que aparece os verdadeiros amigos...
E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante.
Porque tempo que passamos com amigos não é tempo perdido, e sim ganho, aproveitado, vivido.
Amizade é amor, é parceria, é respeito, e é muito, muito, simples! Acho que sem um amigo, perdemos muito
Não confunda nunca um amigo com um conhecido !.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Não Desista

Quando tudo não der mais certo e você já tentou todas as alternativas, não te desespere. Deus proverá uma solução.
ELE É UM DEUS FIEL E TE GUARDARÁ DE TODO O MAL!
Momentos ruins não são eternos! São como tempestades, só duram por algum momento! Olhe para trás e veja quantas coisas piores você já passou e superou!
Algumas vezes as tribulações acontecem em nossa vida para nos amadurecer. Portanto ANIME-SE.
Quando estiveres triste, olhe para o céu e veja o quão grande é! Se Deus foi capaz de criar o céu, imagine resolver os seus problemas... que são tão pequenos perto de tão grandiosa obra que é o céu...
SEUS PROBLEMAS NÃO SÃO MAIORES DO QUE DEUS!
Faça como os triatletas nas Olimpíadas, mesmo não conseguindo chegar em primeiro lugar, lutam para chegar até o fim! Portanto não desista dos seus ideais!
LUTE ATÉ O FIM, NÃO DESISTA NO MEIO DO CAMINHO,
DIGA: EU VOU VENCER!
Se estiveres triste, chore! Alivia a alma! Jamais deixe que a tristeza tome conta de você! Jesus fala:
“ALEGRA-TE! TENDE BOM ÂNIMO QUE EU SOU CONTIGO!” Busque a Deus de todo o seu coração!
Lembre-se que buscar a Deus tem que ser uma busca
constante, diária. Deus tem a solução para todos os seus problemas! Para Deus nada é impossível !!!
TENHA UMA VIDA DE COMUNHÃO COM DEUS!
Tenha amigos, mas nunca se preocupe com a quantidade, mas com a qualidade!
Busque amigos que te acrescentem pessoal e espiritualmente! Se eles nada te acrescentarem... AFASTE-SE!!! AS MÁS COMPANHIAS CORROMPEM OS BONS COSTUMES!
Tenha sonhos! É nos seus sonhos que Deus age e revela o seu infinito poder.
NUNCA DEIXE DE SONHAR! TENHA OBJETIVOS!
Reme contra a maré! No decorrer da sua vida, você encontrará pessoas que irão te jogar “água fria”!!! Irão falar que você é incapaz ... que é impossível!
Dirão que aquilo que você tanto almeja não é para você.
NÃO DESISTA! O DEUS QUE SERVIMOS É O SENHOR DO UNIVERSO!
Tenha a certeza que dias melhores virão e tudo tem um propósito na nossa vida! Nada é por acaso.
ENTREGA O TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARÁ .
Não guarde essa mensagem só pra você!
Lembre-se dos seus melhores amigos, diga a eles de todo o seu coração:
LEMBREI-ME DE VOCÊ!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A Porta Negra

Há algumas gerações atrás, durante uma das mais turbulentas guerras no oriente médio, um general persa capturou um espião e o condenou a morte. O general, um homem de grande inteligência havia adotado um estranho costume em tais casos. Ele permitia ao condenado que escolhesse. O prisioneiro podia enfrentar um pelotão de fuzilamento ou podia atravessar a “porta negra”.
Um pouco antes da execução, o general ordenava que trouxessem o espião a sua presença para uma breve e final entrevista, sendo seu principal objetivo saber qual seria sua resposta: o pelotão de fuzilamento ou a “porta negra”. Esta não era uma decisão fácil e o prisioneiro vacilava e preferia o pelotão do que ao desconhecido e aos espantosos horrores que poderiam estar por detrás da temerosa “porta negra”.
Momentos após se escutava o rajar das balas que davam cumprimento a sentença.
O general da nossa história, com os olhos fixos em suas bem polidas botas, voltava para seu ajudante de ordens e dizia: “Eis ali o que é o homem, prefere o mal conhecido ao desconhecido. É uma característica dos humanos temerem o incerto. Você vê, eu disse a ele para escolher”.
Afinal, o que existe atrás da “porta negra”? Perguntou seu ajudante de ordens ao general.
“LIBERDADE”, respondeu o general, e poucos tem sido os homens que tiveram o valor de decidir-se por ela...
Jesus veio trazer a liberdade e a vida, mais muitos preferem continuar a viver uma vida cheia de problemas, decisões precipitadas, persistem em permanecer no erro ao invés de escolher por mudar e arriscar uma nova oportunidade que sempre lhe é oferecida.
Lembre-se: a vida é uma só, tente aproveitar ao máximo e não a condene com escolhas erradas. Sempre que você tiver que escolher entre qual caminho seguir, siga o caminho que tiver mais flores, pois elas sempre te levam a maior FELICIDADE...

Enviada por: Silaine Kunz

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Deixe A Raiva Secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois ela iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.?
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.
Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro...
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Autor (a) do texto: Desconhecido

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Mania De Superioridade

Existem pessoas que, por terem maior bagagem de conhecimento que outras, se julgam superiores, achando-se com o direito de menosprezar aquelas que, menos favorecidas, não dispõe do mesmo cabedal de conhecimentos, mas que nem por isso podem ser consideradas inferiores.
" A luz não vem ao mundo para zombar das trevas; mas iluminá-las."
Sem dúvida alguma... Essa é a atitude correta. Todo aquele que tiver mais "luz", deve procurar iluminar aqueles que não a tem, ao invés de menosprezá-los.
Nunca podemos nos esquecer ainda, de que não somos detentores do conhecimento absoluto. Sempre existe algo que não conhecemos.
Exemplificando: um grande cientista, possivelmente não saberá consertar uma torneira.
Então, apesar de todo seu cabedal de conhecimentos, ele vai precisar dos conhecimentos específicos de um humilde encanador.
Tudo na vida é uma troca de conhecimentos. Assim sendo, antes de zombar de alguma pessoa que seja ignorante naquilo em que você é sábio, procure saber se seus conhecimentos são tão profundos, que dominam também a especialidade desse alguém.
Como é praticamente impossível ao cérebro humano absorver o conhecimento total, sempre devemos manter nossa humildade e, da mesma maneira que procuramos saber mais, também devemos dividir com os outros aquilo que sabemos, ao invés de nos vangloriarmos de nossos conhecimentos profundos sobre determinado assunto, tachando de ignorantes aqueles que não tem o mesmo grau de conhecimento.
Será que não existe alguma coisa que um humilde faxineiro nos possa ensinar? Não tenha dúvidas de que existe. Nem que seja uma lição de humildade. E essa, amigos, já é uma grande lição de vida que, se bem aproveitada, pode nos ensinar a viver melhor...
Essa lição, inclusive, pode mostrar que o orgulho desmedido que muitas pessoas sentem por suas origens, por sua situação financeira, ou por seus conhecimentos, muitas vezes pode se virar contra elas mesmas, pois sua atitude acaba afastando muitos amigos, que acabam se cansando de certas atitudes prepotentes e as deixam sós. E de que vale o orgulho nessa altura dos acontecimentos?
Então Amigos (as)... o negócio mesmo é procurar dividir nossa "luz" com quem não a tem, ao mesmo tempo em que podemos nos iluminar um pouco com a "luz" que outras pessoas tem, e da qual somos carentes. Assim, ao mesmo tempo em que aumentamos nossa "área iluminada", "iluminamos" áreas alheias. Não lhes parece uma troca justa?
Aliás, a melhor maneira de evitar o apagão, é com idéias luminosas.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Como Você Encara " Seus Problemas"

Certa vez, perguntaram para um sábio:
- Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos, morrem afogadas num copo de água?
O sábio sorriu e contou esta história...
"Era um sujeito que viveu toda sua vida, fiel as palavras de DEUS.
Quando morreu, todo mundo falou que ele iria para o céu.
Um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o Paraíso.
Ir para o céu era importante para aquele homem, mas houve um erro em sua chegada ao céu.
O Homem que o recebeu, deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, lhe orientou para ir ao Inferno. E no Inferno, você sabe como é, ninguém exige crachá nem convite, qualquer um que chega é convidado a entrar.
O sujeito entrou lá e foi ficando.
Alguns dias depois, Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso para tomar satisfações com a pessoa que lhe havia enviado.
- Isto é injusto! Nunca imaginei que fossem capazes de uma baixaria como essa. Isso que vocês fizeram não é justo!
Sem saber o motivo de tanta raiva, o Homem da recepção perguntou, surpreso, do que se tratava.
Lúcifer, transtornado, desabafou:
- Você mandou aquele sujeito para o Inferno e ele está fazendo a maior bagunça lá. Ele chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas.
Agora, está todo mundo dialogando, se abraçando, se beijando. O inferno está insuportável, parece o Paraíso!
E então fez um apelo:
- Por favor, pegue aquele sujeito e traga-o para cá!"
Quando o sábio terminou de contar esta história olhou-me carinhosamente e disse:
- Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no Inferno, o próprio demônio lhe trará de volta ao Paraíso.
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem numa pessoa amargurada. As crises vão estar sempre se sucedendo e às vezes você não terá escolha.
Sua vida está sensacional e de repente você pode descobrir que uma pessoa amada está doente; que o seu casamento ou relacionamento está quase no fim, que o seu trabalho não está sendo prazeroso, que a política econômica do governo mudou; isso traz infinitas possibilidades de problemas...
As crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira de como enfrentá-las. No final, você verá que os problemas não eram tão grandes assim.
Não diga para DEUS o tamanho dos seus problemas, mas diga para o seus problemas o tamanho do seu DEUS.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O Pé E O Passo

Um dia desses da criação, um pé percebeu que vivia na mais profunda tristeza. Não havia jeito. Tinha que parar para ver o que vinha acontecendo consigo e com suas relações de pé, já não muito firmes.
Sentia-se uma vítima. Lembrava-se que, durante a sua vida inteira, suportara o peso de um corpo enorme sem o devido reconhecimento. Lamentava-se também de que o seu próximo mais próximo, o outro pé, era um ingrato e despreocupado colega de caminhos, um falso amigo que nada fazia para que as coisas mudassem.
Já era tempo de fazer alguma coisa.
Colocou-se a postos e, nesse mesmo instante, sentiu-se inseguro, incapaz de dar um passo.
Era um medo pânico, sem palavras, um medo surdo que não o deixava entender mais nada. Um medo cego que o impedia de tudo, menos de sentir muita raiva do outro pé e daquele corpo pesado que ele tinha que carregar. Pelo contrário, a raiva ia aumentando e ele se sentindo cada vez mais rejeitado. Mas, felizmente, na sua natureza de pé, ele continuava a caminhar para o próximo passo.
Porém, cada vez que ele pensava em dar o passo, um medão tomava conta dele e o deixava como que paralisado. Ficou nesse chove não molha durante algum tempo, até que, num dia desses da recriação, o pé saiu do chão.
Foi como se o chão lhe faltasse; como se todas as suas referências tivessem se perdido. Viu o corpo se entortar todo. No meio do caos dessa hora, sentiu apenas uma felicidadezinha com gosto de vingança: a queda do corpo estava em suas mãos.
Mas estava acontecendo muito mais do que isso. Viu, muito assustado, o mundo todo mudando de lugar. Ele então se sentiu desequilibrado. Mas já não havia mais como voltar atrás; ele agora fazia parte do passo.
Ele agora estava diante do poder de acertar o passo e ficar de pé ou cair fragorosamente. O corpo cairia, mas ele também. Isso, para o nosso amigo pé, era algo novo e mexia com os seus sentimentos.
Seria muito legal continuar com o seu desequilíbrio e derrubar aquele corpo egoísta. Só assim o seu valor seria finalmente reconhecido. Seria legal deixar o outro pé no ar, tão desequilibrado quanto ele; assim, o outro pé sentiria a dor de não ter a certeza de poder estar com os pés no chão. É. Seria.
Mas também seria desastroso para ele. Para que isso acontecesse, ele precisaria continuar fora do chão até cair no próprio chão com todo o seu fracasso. Seria uma vitória de pé quebrado. É. Não seria melhor.
O pé primeiro teria que completar o passo. Nosso amigo pé empenhou-se então na busca do chão.
Cada coisa no seu tempo, cada tempo no seu lugar. Ele, então, completou o passo.
Foi um passo assustado, um passo tímido, medroso, mas foi um passo.
Ele pode ver o corpo se reequilibrar. Pode ver o outro pé se relaxar. Sentiu, inexplicavelmente, uma ponta de satisfação. Descobriu que, sem o seu passo, o corpo não teria como lhe dizer da sua importância.
O nosso amigo pé teve que admitir que não vinha dando muita chance ao corpo pra ele avançar e se reequilibrar.
Depois do passo, o outro pé estava lá, tão firme quanto ele. Tão igual a ele como ele nunca tinha pensado. Ele, então, pode sentir a importância de ser pé, de ficar de pé sem precisar derrubar o outro.
Nesse dia, um dia como tantos outros, o nosso pé pode descansar e deixar que a vida corresse sem embaraços. Agora, ele era outro. Ele agora se sentia maior na sua importância de pé sem raivas e rancores. Ele agora não era o outro pé. Ele agora fazia parte do corpo, fazia parte do movimento, fazia parte do próprio passo...
Para que nossa vida caminhe com passos firmes é preciso equilibrio nas horas difícieis, paciência e compreenção, é preciso seguir o caminho passo a passo e por onde andarmos, além das pegadas deixadas no chão que possamos deixar tambem saudade, pois, quando alguem sente saudade é sinal de que sua presença foi importante...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Momentos Da Vida

Na vida existem certos momentos, que sentes muito a falta de uma pessoa, a ponto de querer tirá-la de seus sonhos e abraça-la muito apertado...
Quando se fecha a porta para a felicidade, ela voltará a se abrir, mas nós seguimos olhando para a porta fechada sem dar importância a esse
novo momento.
Não te baseie nas aparecências, elas enganam.
Não te interesse pela riqueza, ela desvanecerá.
Busque alguém que saiba te conquistar com um sorriso, porque basta só um para que o dia mais triste volte a ficar melhor.
Busque alguém que faça rir o teu coração.
Sonha o que queres sonhar. Vá aonde queiras ir. Busca ser aquilo que queres.
Porque a vida é uma só.
Portanto existe uma só possibilidade de fazer as coisas que desejas.
Te desejo muita felicidade na tua vida, para que te sintas bem. Tantas provas, para que te tornes forte. Lágrimas, para sentir-te humano.
Esperança, para poder ser feliz.
Os afortunados não necessariamente tem o melhor do melhor. Mas, buscam o melhor daquilo que encontram em seu caminho.
O futuro mais esplêndido vai depender sempre da necessidade de esquecer o passado. Não podes seguir adiante na vida antes de superar os erros do passado e tudo o que castiga teu coração.
Quando tu era pequeno, ao chorar todos ao seu redor sorriam.
Viva a vida de maneira que ao final sempre sorrias, ainda que os outros chorem. Viva por aqueles que deixaram alguma marca na tua vida, aqueles que te fizeram ver as coisas positivas quanda estavas no fundo do poço, viva por teus amigos, amigos que não poderiam faltar na tua vida.
Não peca nunca a oportunidade de iluminar o dia de alguém com palavras e gestos, pois "A vida não se conta pela quantidade de respiros, ...mas por aqueles momentos que te deixarm sem respiração."
A vida são deveres que trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida...
Quando se vê, passaram-se 50 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Seguiria o meu amor, que está há muito à minha frente, e diria eu te amo.
Dessa forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido À FALTA DE TEMPO.
Não deixe de ter alguém ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.