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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O Que É O Destino?

O que é o destino?
Uma vontade,
Uma ordem,
Um sonho…
Destino é algo sem escolha?
Não sabemos o que é, não sentimos sua presença.
Destino é o nome de uma história que precisamos ler até o último capítulo, para entendê-la.
Destino é uma imaginação do futuro, uma criação da vida.
Nós escolhemos nosso destino…
Se permitirmos viver um destino sem querer, estaremos nos rendendo as armadilhas do mundo fazendo parte de uma história que não nos traz felicidade.
Destino é a nossa coragem de lutar por um ideal. Coragem de ser feliz.
Nós escolhemos se queremos viver o calor de uma linda tarde, ou o frio de uma tempestade na madrugada…
Destino simplesmente é a nossa busca pela verdadeira Felicidade.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Família E O Burro

Era uma vez um casal que tinha um filho de dez anos e um burro.
Decidiram viajar, trabalhar e conhecer o mundo.
Assim, se foram os três com seu burro.
Ao passar por um povoado, Todos comentaram:
“Veja que menino mal educado.
Encima do burro e os pobres pais, puxando as rédeas.”
Então, a mulher disse a seu esposo:
Vamos permitir que essa gente fale mal do menino.
E o esposo resolveu.
Tirou o menino e subiu ele no lombo do burro. E no segundo povoado, Todos murmuravam:
“Veja que tipo sem vergonha. Vai bem cômodo em cima do burro enquanto a mulher e o filho vão puxando as rédeas”
Então, tomaram a decisão de colocar a mulher no lombo do burro, enquanto pai e filho puxavam as rédeas.
Ao passar pelo terceiro povoado, todos comentavam:
“Pobre homem. Depois de trabalhar o dia todo, ainda tem que levar a mulher sobre o burro! E pobre filho que espera dessa mãe!”
Entraram então em um acordo e decidiram subir os três no lombo do burro para começar novamente sua peregrinação. 
Ao chegar no povoado seguinte, todos comentavam:
“São mesmo umas bestas, será que não veem que podem quebrar a coluna do pobre animal.!”
Por último, decidiram descer os três e caminhar junto ao burro.
Porém ao passar pelo povoado seguinte, ouviram todos sorridentes dizerem:
“Vejam só estes três idiotas:
caminham, quando tem um burro que poderia leva-los”

Conclusão:
Sempre vão te criticar, falarão mal de você e será difícil 
encontrar alguém que concorde com suas atitudes.
Então: Viva como gostas! Faça o que te diz o coração! Faça o que sentes! A vida é uma obra de teatro que não permite ensaios.
Por isso: Cante, ria, dance, ame… E viva intensamente cada momento de tua vida, que é muito precioso, viva-o antes que se fechem as cortinas e a obra termine sem aplausos!

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vencendo O Desânimo

O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia.
- Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela?
Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro.
- Sou a Sra. Adams, disse-lhe. – nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana…
- Para as flores, lembrou o vigia. 
- Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho.
- Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer.
O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza:
- Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores…
- Como assim? Perguntou a dama.
- É que… A senhora sabe… As flores duram tão pouco tempo… 
- E afinal, aqui, ninguém vê…
- O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou à senhora Adams.
- Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos.
- Lá, sim, é que as flores fazem muita falta…
- Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume.
A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem.
Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro.
- Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável.
- O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz.
- Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei.
- É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças.
A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.

Autor desconheço
Colaboração: Carlos E. Della Justina